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Treino

9 bons motivos para correr os 21 km da SP City Marathon

Você ainda não está pronta para encarar a maratona? Que tal encarar a meia?

RedaçãoPor
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Correr com clima ameno, entre belas paisagens, pontos históricos, com muita música ao longo do percurso, sem ter de se preocupar com problemas de hidratação ou “congestionamento de atletas”. Parece sonho ou uma competição internacional? Não é.

No próximo dia 29 de julho, os corredores encontrarão tudo isso na SP City Marathon, uma das provas mais bem planejadas do país, que não fica devendo em nada para as principais maratonas do mundo. E se você ainda não está pronto para encarar os 42,195 km, vá para a meia maratona! Os 21 km da SP City também são excelentes. Não ficou convencido? Temos nada menos do que nove fortíssimos motivos para você estar no Estádio do Pacaembu, às 5h45 da manhã, do dia 29 de julho, e correr até o Jockey Club de São Paulo.

1 – Aproveitar o clima ideal

A SP City é realizada no meio do inverno e começa bem cedo, às 5h45 da matina. Por isso, a temperatura durante os 21K tende a permanecer agradável. “Os atletas não pegarão sol forte”, explica o treinador Fábio Targas, da Targas Personal Coach – Assessoria Esportiva. “Isso ajuda muito na performance, pois há menor desgaste físico.” Dá para fazer uma bela prova, comemorar com os amigos e ainda estar de volta para o cafezão da manhã com a família.

2 – Ter o conforto da largada em ondas

Criada para evitar congestionamento de corredores, a largada em ondas é uma das grandes vantagens da SP City Marathon. Ela permite que você encaixe seu ritmo desde o início da prova e tenha um bom desempenho –  afinal, nada mais frustrante do que ficar “travado” e perder tempo em um pelotão mais lento. “Sempre é mais confortável sair em ondas, por questão de espaço”, acredita Marcello Butenas, diretor técnico da Butenas Assessoria Esportiva. “Nesse tipo de largada há menor quebra de ritmo e menor desgaste físico para desviar dos outros”, acrescenta Targas. Porém, para que as ondas funcionem, nunca é demais lembrar que todos os atletas precisam ser conscientes e largar no pelotão do seu ritmo.

3 – Contar com postos de hidratação em abundância

“Garantir uma boa oferta de hidratação é muito importante para o atleta”, ressalta Butenas. Como a SP City possui pontos de água de 3 km em 3 km e de isotônico em quatro pontos da prova, você tem a certeza de que chegará com o tanque cheio ao final dos 21 quilômetros. “Contar com um bom número de postos de hidratação auxilia o corredor a baixar o calor do corpo gerado pelo esforço e facilita o consumo de gel ou de outra fonte de energia que precise ser ingerido com água, por exemplo”, lembra Targas.

4 – Passar por diversos pontos turísticos?

Se não é científico, deveria ser: correr em lugares bonitos nos faz atletas melhores. Os 21 km da SP City Marathon largam no Estádio do Pacaembu e passam pelo menosprezado, mas sempre lindo Centro da cidade, pela Praça da Sé, pelo Obelisco e o Parque do Ibirapuera e chegam no Jockey Club.  “Essa é uma das vias mais movimentadas de São Paulo. A possibilidade de correr por um lugar onde ‘seria inimaginável’ é um atrativo e tanto”, vibra Targas. Todas as paisagens interessantes, verdes ou urbanas, que você vai ver na prova são, ao mesmo tempo, colírio e combustível.

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5 – Treinar para uma maratona internacional

O segundo semestre do ano é recheado de maratonas importantes, como Berlim, Chicago, Buenos Aires, Amsterdam e Nova York. “Fazer a meia maratona em São Paulo no fim de julho é uma ótima estratégia de treino para uma dessas corridas de 42,195 km”, diz Butenas. Você pode correr os 21 km da SP City como um longão (simulando o ritmo da prova-alvo), ou com “sanguenozóio” – buscando seu melhor tempo. “Tudo vai depender da periodização do treinamento e do tipo de estratégia usada para chegar ao objetivo final, a maratona”, explica Fábio Targas. “Vai muito do conhecimento do treinador em relação ao atleta.”

 

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6 – Curtir várias atrações no percurso

Dar de cara com música ao vivo em vários pontos da corrida funciona quase como um “descanso”. O corredor se distrai por alguns segundos, relaxa a mente e retorna com tudo para o que importa. “As grandes maratonas do mundo têm esse tipo de atração”, lembra Marcello Butenas. “É um ótimo estímulo para atletas e público se divertirem na competição.” Em 21,097 km, você vai encontrar orquestra, DJ e mais! “Esse tipo de atração, inclusive, traz valores culturais, deixando a meia maratona mais descontraída”, completa Targas.

7 – Contar com a ajuda de marcadores de ritmo

A SP City Marathon oferece pacers (marcadores de ritmo), que auxiliam tanto corredores iniciantes quanto avançados. Estreantes na distância têm a oportunidade de aprender a correr uma corrida longa inteira no mesmo ritmo. “Isso faz com que seu objetivo seja mais facilmente alcançado”, explica Targas. Se você quer completar a meia em menos de 2h, por exemplo, basta seguir o pacer com o balão do pace  5:30/km. Já quem é atleta avançado e busca performance pode ganhar motivação para se superar ao seguir os marcadores, ou até utilizá-los como freio. “O pacer pode segurar os mais experientes. Evitar que eles acelerem demais, façam bobagem e quebrem no meio da prova”, brinca Butenas.

8 – Correr em um percurso certificado pela AIMS e da IAAF

Prova certificada internacionalmente é outra coisa, principalmente para atletas de elite e amadores que miram performance. “É garantia de que a distância foi corretamente medida”, esclarece Fábio Targas. Não importa quantos metros a mais ou a menos o GPS marcar, o corredor tem certeza de que seu tempo final é relativo a 21,097 km. “Além disso, é importante para competidores que buscam índices para provas internacionais”, completa Marcello Butenas.

9 – Usufruir do conforto do chip no número do peito

Que corredor não teve seus momentos de terror achando que a qualquer momento o tênis iria desamarrar e “tchau, chip”? Ou precisou se abaixar no final da prova para tirar o chip e sentiu cãibras? Bem, um problema a menos: na SP City, o chip está imperceptivelmente inserido no número de peito – e é descartável. “É uma ótima inovação”, diz Butenas.